Meio Termo
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
2010 um ano de mundaças.
" A medida que o tempo passa a gente percebe que crescer significa se reinvetar todas as manhãs; percebe as nossas lutas diárias tem mais valor quando não desistimos delas na metade do caminho; com o tempo a gente percebe que os caminhos sempre mudam, mas que não precisamos nos abalar, pois, todos os caminhos são bons quando não temos medo de encará-los; a gente percebe que a saudade apesar de ser é um sentimento muito doloroso, têm o dom de trazer para bem próximo de nós alguém que por algum motivo não está presente; aprende que na vida o que realmente vale a pena é aceitar que não existem diferenças entre os homens e que o brilho nos olhos de um idoso possue o mesmo significado que o sorriso de uma criança e que ambos resumem-se em uma só palavra: E-S-P-E-R-A-N-Ç-A!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Você pode dedicar-se a construir grandes sonhos e talvez até acredite que eles possam ser realizados, mas deve estar ciente de que a vida tem ventos próprios que por algum motivo mudam nossa direção e nós revelam portos nunca antes imaginados. Eu por esses dias andei pensando que não importa qual o rumo a vida toma, mesmo porque, talvez o melhor a fazer é simplesmente abrir os braços e se deixar ir. As massas da vida, são inconstantes como os ventos do sul, mas mesmo no maior furação existe sempre um olho de calmaria, um pequeno sopro de alívio, um refúgio firme e seguro, onde os tufões passam despercebidos. Porém, isso não significa que ventos do norte fiquem adormecidos! Mas se quissermos cruzar os braços e não nos deixar levar, é bom que estejamos bem ancorados, firmes no que de fato queremos para nós! Temos que lembrar que por mais forte que seja o vendaval das incertezas, quem está no leme da vida, somos nós!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Eu estava pensando... Se Deus foi generoso em deixar todas as coisas à nós, cabe-nos a tarefa de colher para si a melhor parcela do que ele nos oferece. Devemos nos atentar apenas ao pequeno detalhe de que o melhor não deve significa nos cercamos de tudo quanto pudermos nós apoderar, mas sim de nos apoderar de tudo quanto for necessário para garantir o nosso viver bem.
Não me parece ruim a ambição dos homens, o que de fato é ruim é o que eles fazem após ter alcançado seus objetivos. Nínguem pode julgar a alguém por seus belos sonhos, afinal, se viver é uma busca constante onde todos os homens se lançam em um curto intervalo de tempo à conseguir a maior felicidade que podem, não é certo que sejamos hipócritas em querer que todos os homens aspirem pela mesma parcela de felicidade, e mesmo que sigam pelo mesmo caminho sem atentar-se aos atalhos da vida.
Não me parece ruim a ambição dos homens, o que de fato é ruim é o que eles fazem após ter alcançado seus objetivos. Nínguem pode julgar a alguém por seus belos sonhos, afinal, se viver é uma busca constante onde todos os homens se lançam em um curto intervalo de tempo à conseguir a maior felicidade que podem, não é certo que sejamos hipócritas em querer que todos os homens aspirem pela mesma parcela de felicidade, e mesmo que sigam pelo mesmo caminho sem atentar-se aos atalhos da vida.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Metaforando...
Algumas opções me parecem válidas, outras nem tanto. Será mesmo que a vida é um eterno escolher? Será que o poder das coisas boas está em se escolher o melhor caminho entre tantos se prostam a minha frente?
Eu que não acredito muito em destino, estou começando a acreditar que existe algo que nós impulsiona ao caminho que de fato estamos pré-destinados a seguir... Mas vamos lá, que o futuro à Deus pertence!
Eu que não acredito muito em destino, estou começando a acreditar que existe algo que nós impulsiona ao caminho que de fato estamos pré-destinados a seguir... Mas vamos lá, que o futuro à Deus pertence!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O Menino
Já tive sonhos e foram tantos que de muitos nem me lembro. O tempo foi passando e fez questão de apagar seus encantos, levou consigo a ingenuidade de menino e fez de mim o retrato de cada detalhe vivido. Não tenho certeza se sonhei pouco e quem sabe senão tivesse acordado, tivesse hoje maiores esperanças.
Olho-me no espelho e vejo um rosto comum e sem marcas, tento lembrar agora o que fiz de melhor e minhas recordações não me trazem lá grandes aventuras. Vivi de menos, agi de menos e acordei cedo demais.
Agora me sinto perdido, cercado por uma realidade crua e sem qualquer tipo de fantasia.
Acostumei-me a ler livros e fazer de suas aventuras, minhas! Tanto que esqueci de viver e me perdi em meio a fabulas mirabolantes nostalgicamente conformado com minha posição expectadora.
Tenho muitas saudades dos tempos em que eu era O Rei do Mundo, gostaria muito de me reencontrar nesta posição, nem que seja da mesma forma infantil como antes, onde eu controlava todos os detalhes e os desfechos de minhas imaginações. Lá eu conseguiria ser o mago, o herói, o vilão e o coadjuvante, eu era tudo e todos, nada me podava e tudo se moldava exatamente como eu queria.
Como era bom pode viver cercado pelo conforto da inocência, eu não tinham a menor expectativa e não me cobrava nada. Tudo era simples e todos os problemas me pareciam fáceis de resolver.
Alguns anos se passaram e eu cresci, perdi quase toda a inocência, não penso em nada além daquilo que irá me dar algum tipo de resultado, sou quase homem, não sou porque não me vejo como tal, sou apenas um menino, mas não o mesmo menino que antes colocava o mundo a seus pés e fazia dele seu parque de diversões, sou apenas um menino, mas um menino sem sonhos... cansado, frágil e amedrontado.
Apenas um menino que faria tudo para neste instante poder fechar os olhos e imaginar um céu cheio de estrelas e arrancar delas um bom motivo para recomeçar a sonhar...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Contas-gotas a minha medida!
Pode ser que para você meus textos não passem de um emaranhado de palavras cheias de sentidos desconexos, imaginações de uma mente excêntrica. Eu não diria isso, para mim esta é apenas uma forma da qual faço uso para diluir em palavras minhas alegrias e tristeza cotidianas.
Não sei dizer coisas bonitas, visto que não sou poeta! Apenas digo o que sinto e sinceramente não tenho intenção alguma de angariar leitores assíduos de meus devaneios. Escrevo pelo simples prazer de escrever e isso de alguma forma me ajuda a dirimir as expectativas criados pelo meu "eu interior" em face da vida real.
Conta-gotas a minha medida foi um titulo que escolhi para resumir o que irá se passar por este verdadeiro furdunço virtual. Adiantando, gostaria de deixar claro que pode ser que passe semanas sem atualizar isto aqui, pois infelizmente não tenho tempo disponível para depositar qualquer tipo de responsabilidade para com isto! Serão gotas de opiniões e de sentimentalismo barato os quais muitas vezes me pego mergulhado e que eu queira dividir com quem perca tempo vindo aqui.
Podem ter certeza que não sou do tipo que copia e cola coisa em blog só para deixa-lo mais "bonitinho" minha intenção não é deixar isso aqui legalzinho, mas sim encontrar guarida nas palavras e mergulhar no mundo introspectivo do qual muitas vezes não quero sair...
Acho que por hoje é só e tá explicado a razão do título, um beijo à todos e um forte abraço!
caduzera..
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